26-4 abre processo contra Justiça Portuguesa
Embora este artigo do Público não seja de ultima hora, é importante tomar nota dele!
Custódia dos filhos: Pais divorciados queixam-se de juiz português no Tribunal Europeu
A associação de pais divorciados 26/4 vai apresentar uma queixa ao Tribunal Europeu contra um juiz e contra o Estado português por alegada violação dos direitos de defesa de um pai num processo para tutela de menores.
Infelizmente quando pedi comentários à 26/4 a única resposta que obtive foi :
"XIIIIII .... A INFORMAÇÃO ESTÁ NO JORNAL"

7 Comments:
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Gostaria muito de ler e poder comentar o relato sobre subtração de menores, pois infelizmente estou a passar por uma situação semelhante e, a sentir na 1º pessoa como tribunais e polícias se demitem na resolução destas situações.
São os interesses dos adultos que são salvaguardados, neste caso os do pai, que apesar de desiquilibrado desaparece com um bebé, e o entrega a estranhos, pois sabe, que ,assim apesar de todos os mandatos e ordens dos tribunais, ninguém o pode obrigar a falar e a dizer onde se encontra o menor para ser entregue à mãe (que tem o poder paternal judicial).
Se já passaram pelo mesmo talvez compreendam o sentimento de impotência e a frustação que existe quando falamos com um polícia ou um oficial de justiça, que nos diz: "mas minha senhora é o pai, não é rapto..." e os dias passam, já lá vão 25, e nada...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
DEZ RAZÕES PARA NÃO BATER EM SEUS FILHOS
por Jan Hunt, Psicóloga Diretora do "The Natural Child Project"
Na Noruega e na Suécia a lei proíbe que pais, professores ou qualquer outra pessoa bata nas crianças. Em alguns países e territórios, só os professores são proibidos de bater. Em toda a América do Norte o castigo corporal infligido pelos pais, desde que não muito severo, é tolerado ou mesmo incentivado como necessário à educação.
Nos últimos anos, muitos psiquiatras, sociólogos e pais recomendam que se pense seriamente em banir o castigo corporal. A razão mais importante, de acordo com o Dr. Peter Newell, coordenador da organização "EPOCH - End Punishment of Children" (1) ('Acabe com o castigo das crianças') ・que "todas as pessoas têm direito a proteção de sua integridade física e as crianças também são pessoas" (2).
1. Bater nas crianças ensina-as a também se tornarem agressoras. Atualmente existem muitas pesquisas mostrando a relatório direta entre o castigo corporal na infância e comportamentos agressivos ou violentos na adolescência e idade adulta. Quase todos os criminosos mais perigosos foram vítimas de constantes ameaças e castigos na infância. Para o bem ou para o mal, faz parte do projeto da natureza que as crianças aprendam pela observação e imitação das atitudes dos pais. Portanto ・responsabilidade dos pais é dar o exemplo de empatia e sensatez.
2. O castigo físico passa a mensagem injusta e nociva de que "o mais forte sempre tem razão", de que é permitido ferir alguém desde que seja menor e menos poderoso que você. Assim a criança conclui que é permitido maltratar crianças menores ou mais novas. Quando for adulto ele não vai ser capaz de sentir muita compaixão pelos menos afortunados e vai temer os mais poderosos. Isso vai impedir o estabelecimento de relacionamentos significativos essenciais para uma vida emocional satisfatória.
3. Uma vez que as crianças aprendem pelo exemplo dos pais, o castigo físico ensina que bater ・um modo correto de exprimir sentimentos e solucionar problemas. Se uma criança não vê seus pais resolverem os problemas de um modo criativo e humano, dificilmente aprenderá a fazer isso. Por isso os erros dos pais freqüentemente se repetem na geração seguinte.
4. "Poupe o bastão e estrague a criança", embora popular, é uma interpretação errônea do ensinamento bíblico. Embora o "bastão" seja mencionado várias vezes na Bíblia, somente no Livro dos Provérbios essa palavra é usada em relação à criação de filhos. Na verdade os métodos severos de disciplina do Rei Salomão fizeram de seu filho Robão um ditador tirânico e opressor que escapou por pouco de ser apedrejado até a morte por sua crueldade. A Bíblia não apóia a disciplina severa, a não ser nos Provérbios de Salomão. Jesus via as crianças próximas de Deus e pedia amor, jamais castigo (3).
5. O castigo interfere com o veículo entre a mãe ou o pai e o filho, uma vez que não é da natureza humana amar alguém que nos fere. O verdadeiro espírito de colaboração que todos os pais desejam só pode surgir de um veículo forte, embasado em sentimentos mútuos de amor e respeito. O castigo, mesmo quando parece funcionar, origina um comportamento superficial, embasado no medo, que só persiste enquanto a crianças não tiver idade para reagir. A cooperação baseada no respeito, ao contrário, dura para sempre e garante muitos anos de alegria aos pais e aos filhos.
6. Muitos pais não aprenderam na própria infância que existe um jeito mais construtivo de se relacionar com as crianças. Quando o castigo não atinge os objetivos almejados e os pais não conhecem outras alternativas, os maus-tratos podem se tornar cada vez mais freqüentes e perigosos para a crianças.
7. A raiva e a frustração que a criança não se arrisca a expressar abertamente ficam guardadas; adolescentes revoltados não caem do céu. A raiva acumulada ao longo dos anos pode chocar os pais quando o filho sentir que já tem forças para expressá-la. O castigo pode resultar em "bom comportamento" nos primeiros anos, mas sempre a um alto preço, a ser pago pelos pais e pela sociedade em geral quando a criança atingir a adolescência e juventude.
8. Bater nas nádegas, uma zona erógena na infância, pode criar na mente da criança uma associação entre dor e prazer sexual e levar a dificuldades na vida adulta. Anúncios em jornais alternativos procurando chicotadas atestam as tristes conseqüências dessa confusão entre dor e prazer. Se a crianças só recebe a atenção dos pais quando é castigada, os conceitos de dor e prazer se confundem ainda mais em sua mente. Uma criança nessa situação vai ter uma baixa auto-estima, acreditando não merecer nada melhor. Mesmo surras relativamente brandas podem ameaçar a integridade física. Golpes na região lombar transmitem ondas de choque ao longo de toda a coluna e podem causar lesões. A alta prevalência de dores lombares nos adultos de nossa sociedade talvez tenha origem nos castigos da infância. Crianças já ficaram paralíticas por lesões de nervos em uma surra, e outras morreram por complicações mal esclarecidas depois de uma surra de vara.
9. Em muitos casos do assim chamado "mau comportamento" a criança está simplesmente reagindo da única forma que é capaz, dadas sua idade e experiência, a um descaso com suas necessidades básicas. Entre essas necessidades estão: sono e alimentação adequados, detecção e tratamento de alergias, ar puro, exercícios físicos e liberdade suficiente para explorar o mundo a sua volta. Mas sua maior necessidade é a atenção integral de seus pais, que com freqüência estão distraídos demais com seus próprios problemas e preocupações para tratar seus filhos com paciência e empatia. É evidente que é um erro e uma injustiça castigar uma criança por reagir de modo natural à negligência de suas necessidades. Por essa razão, o castigo não só é ineficaz a longo prazo, como também injusto.
10. O castigo dificulta à criança aprender a resolver conflitos de um modo eficiente e humano. Uma criança castigada fica ocupada com sua raiva e fantasias de vingança e perde a oportunidade de aprender um modo mais eficiente de resolver o problema em questão. Assim, uma criança castigada aprende pouco sobre como resolver ou evitar situações semelhantes no futuro. Explicações delicadas e uma base sólida de amor e respeito é a única forma de se obter atitudes louváveis apoiadas em valores profundos em vez de "bom comportamento" superficial motivado apenas pelo medo.
Ivo Samel
SOU MÃE E APESAR DE O PAI DA MINHA FILHA NAO TER DESEJADO O SEU NASCIMENTO E QUERIDO QUE EU ABORTASSE , ACABEI POR LEVAR A GRAVIDEZ ATÉ AO FIM. hOJE A MINHA FILHA É A MINHA RAZÃO DE VIVER , E SÓ AGORA O PAI SE LEMBRA QUE ELA EXISTE. AUSENTE ATÉ Á DATA , ELE RECLAMA HOJE EM CONJUNTO COM A SUA ACTUAL COMPANHEIRA DE NACIONALIDADE BRASILEIRA QUE TAMBÉM ABANDONOU O LAR E DOIS FILHOS , OS DIREITOS DE PAI . ESQUECEU OS DIREITOS DA FILHA , MAS O TRIBUNAL RECONHECE QUE ELE ENQUANTO PROGENITOR TEM DIREITOS SOBRE A MENINA . NÃO PAGA AS DESPESAS A QUE FOI OBRIGADO PELO TRIBUNAL E MESMO ASIM, TEM DIREITO A LEVÁ-LA PARA A ITÁLIA , SUA TERRA NATAL. A PEQUENA RECUSA SAIR COM O PAI E ESTE AMEAÇA RAPTAR A FILHA .AFIRMA QUE NUNCA MAIS A VEREI . COM FAMILIA NOS 4 CANTOS DO MUNDO , SE CUMPRIR AS AMEAÇAS FEITAS , ESTOU CERTA NUNCA MAIS VEREI A MINHA FILHA !NÃO É UMA VIOLAÇÃO DOS MEUS DIREITOS DE MÃE? JÁ FUI AGREDIDA FISICAMENTE POR ESTE SENHOR E NÃO DUVIDO QUE CUMPRA AS AMEAÇAS QUE EFECTUOU .PODE O TRIBUNAL RESPONSABLIZAR-SE PELA SEGURANÇA DA MINHA FILHA? É CLRO QUE NÃO . SEI QUE SE ACONTECER ESTAREI SÓZINHA POIS A LEI NADA FARÁ COMO É HÁBITO . E , EU CONTINUO A VIVER O MEU DIA A DIA NUMA ANGUSTIANTE INCERTEZA DO DIA DE AMANHA ! QUEM ME AJUDA?
olá o meu nome é Liliana Januário tenho 27 anos e neste momento estou a viver um pesadelo.
Tenho uma menina de 6 anos de idade que já não a vejo a mais de um ano.
Isto tudo resume-se tudo por causa de uma pensao de alimentosm, no qual o pai veio pedir os direitos dele.
Levou a minha filha para passar 15 dias de férias com ele em Angola, Luanda, e nunca mais voltou.
Com consentimento do tribunal e de uma psicologo que afirmou que a minha filha deveria passar 15 dias de férias com ele , mesmo ele nao a conhecendo, deicheio tinha minha filha 8 meses de idade e so a conheceu passado 5 anos e foi na consulta com a psicologa que a conheceu.
Os tribunais nao conseguem fazer nada, ja ah mais de 1 ano que estou a espera que a carta para o tribunal de Angola chegue para que ele possa ser ouvido, a sentença já saiu no qual tenho o poder e guarda e ele so podera ver a filha ca em Portugal e avisar com 2 meses de antecedencia, mas para que serviu a sentença se a minha ainda la está?
Gostaria de saber se alguem me pode ajudar , pois eu e a minha advogada já estamos sem ideias para que foçamos trazer minha filha de volta.
No tribunal de Peniche onde residuo no Ministerio PUblico já não me aceitam nem se quer me dao informações em como vai o caso, a unica coisa que me dizem é que está encaminhada e que estao a espera que lhe chamem em Luanda para ser ouvido.
Será isto a que chamam JUSTIÇA?
Penso que a JUSTIÇA será a HUMANA OU DIVINA, sei que esperar pela JUSTIÇA DIVINA ainda demorara algum tempo, mas a JUSTIÇA HUMANA pode ter pernas curtas.
Obrigado pela atençao e se possivel divulguem.
Enviar um comentário
<< Home